Palavras dos Presidentes





Presidente Doutrinário da Seicho-No-Ie para América Latina
  Preletor Junji Miyaura






Coma menos para comer mais: dieta para ter vida longa e mais saudável



Reverências! Muito obrigado!

Estudos da medicina revelam que os alimentos afetam a função mental das pessoas. Quem come mal tende a apresentar quadro de depressão, fadiga, inquietação, insônia e até comportamentos inadequados causados por mudanças de personalidade.

É interessante dar uma olhada no “retrovisor” da História e notar que nas civilizações antigas em que se comia em menor quantidade (sem glutonismo) e não se consumia carne, as pessoas eram mais longevas e espiritualizadas.

O pai da História, Heródoto, registrou cerca de 600 a.C, que culturas pretéritas que eram vegetarianas ultrapassavam as consumidoras de carne nas artes, ciência e espiritualidade – e na idade.

O que podemos concluir disso?

Antes de mais nada, observemos que ao nos alimentar, comemos mais do que nutrientes. “Comemos” o estado mental de quem cultivou e cozinhou. Se houve amor no processo, e se comemos com gratidão, estaremos ingerindo amor.

Se o alimento for preparado como uma oferenda a Deus, ao degustá-lo estamos nos tornando um só com Deus. Uma refeição espiritualiza ou adoece. A sabedoria da escolha por menos proteína animal também contém espiritualidade que eleva.

Coma com sentimento de que está recebendo vida. E ore antes. Nos Estados Unidos, em um restaurante da Carolina do Norte o cliente que ora antes de comer recebe 15% de desconto. Na Sede Central da Seicho-No-Ie todos são incentivados e oram antes da refeição, desde sempre. Aliás, foi a Oração da Refeição a primeira das 33 Revelações Divinas recebidas pelo fundador da Seicho-No-Ie, Prof. Masaharu Taniguchi.

Uma boa refeição nutritiva é o final de uma cadeia produtiva imensa e o que dela resultou em nova ao mundo (boa ou não tão boa). Por isso, morte e sofrimento de animais não parecem palatáveis para a alma.

O Professor Masaharu Taniguchi diz o seguinte na obra A Verdade da Vida volume 11: “(...) o animal que foi abatido deve seguramente ter experimentado, no momento da morte, em grau extremo, a emoção de se proteger contra a agressão externa (...)”. Ao passo que se preferimos os vegetais, evitamos a desarmonia da matança e absorvemos alimentos que são retirados do solo em seus ciclos sazonais. Ou seja, harmonizados com o fim do seu ciclo vital natural.

No entanto, como citei em entrevista ao Boletim Informativo Círculo de Harmonia, edição 280 (novembro/dezembro de 2014), a Seicho-No-Ie não é vegetarianismo. Seicho-No-Ie é Imagem Verdadeira. Não podemos confundir esse ponto. Acontece que a filosofia da Imagem Verdadeira é a favor da Vida, e preferir alimentos que não sejam de origem animal é uma das formas de praticar esse princípio.

Assim, ao recomendarmos comer “menos” (sem exageros) para viver mais e melhor, e evitar consumo de carne na dieta, deixamos uma reflexão na forma de sugestão: mente e estilo de vida desarmoniosos leva a más decisões alimentares (in)conscientes. Reequilibre-se aumentando seu tempo de Meditação Shinsokan e naturalmente modifique sua dieta.

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Muito Obrigado! 


   Diretor-Presidente da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
em exercício
Preletor Tuguio Teramae






Vício de bebida e droga na família: que fazer?



Reverências! Muito obrigado!

Na obra Saúde e Prosperidade (CLIQUE AQUI PARA ACESSAR NOSSA LIVRARIA VIRTUAL), o Professor Masaharu Taniguchi ensina, à página 171: “Os vícios da bebida e do fumo vêm da insatisfação da alma”.

Ele explica que uma pessoa deprimida e irritada não consegue se sentir bem consigo mesma. Assim, a nicotina, o álcool e substâncias mais pesadas, anestesiam os sentimentos de dor.

A insatisfação em relação a tudo leva a um vazio. Dá-se que as substâncias preenchem os vãos da alma. A pessoa busca desesperadamente um alívio momentâneo, e o quadro se agrava depois que o cérebro já se acostumou com a droga e também passa a “exigi-la”.

O uso nocivo de álcool está associado a várias doenças e prejuízos, desde câncer hepático até a violência doméstica e mortes no trânsito. A Organização Mundial da Saúde (ONU) emitiu relatório, em maio deste ano, ligando cerca de 3,3 milhões de mortes, em todo o mundo no ano de 2012, ao consumo alcoólico.

Mas quando esse “fantasma” sai da estatística e desaba feito uma bomba bem no meio do nosso lar? Que fazer? Se cônjuges, filhos e outros parentes próximos passam pela situação do vício, acompanhe na continuidade do texto abaixo o que você pode fazer para vencer esse drama.

Vício vem de ser infeliz. Assim, o segredo é eliminar da alma da pessoa o sentimento de insatisfação. Deve-se ter coragem de enfrentar não apenas a dependência à substância em si. Problemas gerados na alma não podem ser “vencidos” pela matéria.

O foco da pessoa deve ser corrigir a insatisfação que cultiva, ou que se apoderou do seu interior. Se ela não consegue fazer isso sozinha, você pode ajudá-la. Eu explico como.

Quem convive com uma pessoa dependente química deve, antes de tudo, buscar proporcionar verdadeira alegria e satisfação a ela. A ação mais óbvia e simples é o elogio. Ao invés de “bombardear” a pessoa com críticas, visualize a Imagem Verdadeira, o Aspecto Divino do filho de Deus que habita no interior dela.

Mesmo que você não veja nenhuma qualidade e só salta aos olhos o “bêbado” ou o “drogado”, perceba que não se trata de “curar” o corpo, ou a “carne”, que é sombra da dor mental que levou ao vício.

Trata-se de uma jornada rumo a Deus, o Deus que habita o interior do seu familiar que manifesta tal problema. Chamando por Deus, ou seja, buscando encontrar e salientar as partes positivas da pessoa, Deus responde, Ele emerge mesmo do que parece ser o poço mais profundo.

Pessoas mergulhadas em vícios são, na verdade, prisioneiras de uma opressão interna. Nada mais convidativo a um copo de cachaça do que se sentir um “traste”, sem valor algum. Assim é com os jovens que gritam interiormente por amor nas “rodinhas” de cocaína. Se lhes apraz mais o torpor do que a vida, que tipo de vida você acha que eles têm? No mínimo, triste.

Visualize o filho de Deus: transcenda o campo de visão. “Muito Obrigado Deus, por eu ter o melhor marido/filho do mundo! Ele é maravilhoso e perfeitamente saudável porque ele foi criado por Deus!”.

Não o critique. Não o coloque para “baixo”. Isso é o mesmo que dizer: “Vá lá! Tome todas!”. Alguém emocionalmente destruído não consegue se reerguer se só recebe mais ataques em seu psicológico.

Se você passa por isso, procure a Seicho-No-Ie e fique firme.

Novas Reverências! Muito Obrigado!













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